O progressismo anti-cristão no Brasil

Jovens da Marcha das Vadias em “protesto” durante a visita do Papa ao Brasil na JMJ.

O progressismo no Brasil é hoje encabeçado por partidos de esquerda, em especial aquele, de nome engraçado, o PSOL – Partido Socialismo e Liberdade (?), que está sempre envolvido em discursos e atos que visam enfraquecer os valores cristãos e ocidentais no Brasil.

Por que isso é importante para a esquerda em geral?

Devemos lembrar que o socialismo é uma ideologia anti-capitalista e anti-cristã, que foi idealizada por Karl Marx, um sujeito que em vida foi um grande canalha, que não ligava pra sua família e não trabalhava. Renegou o filho que teve com a empregada e vivia às custas do pai e do amigo Engels. Explorava-os, assim como explorava sua mulher, para levar um estilo de vida burguês, enquanto escrevia contra a família, a burguesia e a exploração. Um sujeito completamente contraditório e perverso, portanto, que além de tudo, não escondia seu ódio por Deus, pelos judeus e cristãos. Em certo ponto, Karl Marx se enveredou no satanismo, como fica explícito no livro “Marx & Satan” de Richard Wurmbrand. Nesse livro é encontrada farta documentação que comprova o viés satânico de algumas de suas obras literárias.

Portanto, negar que o criador do socialismo tenha inspirações e aspirações anti-religiosas é a ignorância teimosa, aquela a qual os militantes sempre recorrem para negar a própria realidade e seguir em frente em sua “luta”, que é apenas uma luta de destruição e ódio ao sagrado.

Quando este ódio é confrontado, a reação da militância progressista é de acusar o confrontador com a retórica do “discurso de ódio”. Veja aí a perniciosidade e a maleficência desta estratégia. Lenin pregava abertamente que esta tática deveria ser usada contra os inimigos da causa socialista. Ele dizia: “xingue-os do que você é; acuse-os daquilo que você faz”. Temos aí só um dos exemplos de conduta moral dessa gente.

É justamente dessa moral repulsiva que os progressistas são adeptos. Ao contrário da militância, que acaba por cair nesses deslizes morais pela ingenuidade ignorante, os deputados e líderes destes partidos o fazem, na maioria das vezes, conscientemente.

Eles, no empenho da luta socialista, irão fazer de tudo para promover o discurso anti-religioso, e sob qualquer tentativa de defesa dos religiosos, irão acusar-lhes de “discurso de ódio”. A massa de militantes que eles representam é a “comunidade LGBT”. Esta comunidade, que diz representar os homossexuais, na verdade é apenas uma ferramenta política de promoção do anti-cristianismo no Brasil, religião de 90% da população. Além de não representarem os homossexuais, ainda os prejudicam, pois, com seus discursos, fomentam um acirramento de classes entre religiosos e gays. Se antes estávamos no caminho certo de conscientização da população e maior aceitação dos homossexuais, hoje estamos no caminho contrário: nunca houve um revanchismo maior. E é justamente esse revanchismo o que buscam a elite partidária, pois é a partir dele que eles próprios se promovem na política. Inflamando a comunidade LGBT, usam-a para cumprir sua agenda de luta de classes marxista, causando a destruição à que eles aspiram.

Para enganar a militância e botá-la na linha de frente contra os cristãos, o alto comando progressista se utiliza dos discursos de “homofobia”, um termo inoculado há pouco tempo no debate político (alguém aí se lembra de ter ouvido falar de homofobia num passado recente? Não né…), com o objetivo de criar nesta militância um sentimento paranoico de perseguição, em que a sociedade inteira, especialmente os religiosos, estaria afim de fazer um massacre aos gays. Parece absurdo, e justamente por ser absurdo, ludibria e comove uma parcela de homossexuais que estão se sentindo frustrados, indignados e raivosos com qualquer coisa em suas vidas. Além disso, atrai para o movimento todos os inimigos seculares da Igreja. A canalização destas pessoas em massas de militantes é a especialidade da esquerda socialista. Basta notar que todos os movimentos sociais de esquerda estão repletos de jovens imaturos, estupidificados com doses cavalares de ideologias marxistas.

Hoje, a “homofobia” se transformou em um termo genérico para designar qualquer coisa que desagrade a militância jean wyllystica. O intuito da criminalização da homofobia é o de dar ao Estado um poder policialesco sobre as mínimas condutas de qualquer pessoa. Este aparato de poder poderá ser usado, em breve, para incriminar qualquer um dos inimigos da esquerda. Se surge no cenário um anti-socialista, vasculharão a vida do sujeito até achar uma piadinha que seja sobre “cu”, ou qualquer besteira, e, convocando a militância, farão um inferno na vida desta pessoa, que será anulada do debate público, podendo até pagar judicialmente por isso. Estaria aí configurada uma arma poderosa da esquerda contra seus inimigos.

*****

Os principais pontos de ação da agenda progressista contra os valores cristãos são:

1) Culpar os cristãos de homofobia por qualquer caso que seja em que um gay no Brasil tenha sido prejudicado, mesmo que neste prejuízo não se comprove nada a respeito de uma motivação de preconceito contra gays. Para isso usarão sempre jargões como “fundamentalismo religioso” e “ódio contra gays” para manipular a militância facilmente, já que esta reage com uma forte carga emocional à mera fonética destes jargões. Isto é tanto verdade que recentemente o deputado Jean Wyllys lançou culpa aos cristãos como responsáveis pela morte de um gay, que dias depois, descobriram haver se suicidado. Como se não bastasse, recorreu na cretinice, alegando novamente ser culpado o “fundamentalismo religioso” pela morte de um gay, assassinado pelo seu próprio parceiro (obviamente outro gay).

2) Distorcer os números, para dar a falsa impressão de que a homofobia é um fenômeno endêmico. Isto é feito fazendo-se o maior alarde possível em crimes reais de homofobia, e citando os números de casos desse tipo nos momentos de maior calor e comoção. Na verdade, os crimes de homofobia no Brasil representam uma porcentagem ínfima dos crimes em geral, ainda mais quando estamos falando do nosso país, em que uma VERDADEIRA onda de violência está acontecendo, que vitimiza mais de 60 mil pessoas por ano (número superior à de guerras como Iraque e Afeganistão). Neste cenário, os gays no Brasil estão morrendo proporcionalmente muito menos que qualquer outro grupo de pessoas. Mas a proporção aritmética é algo que a esquerda desconhece.

3) Introduzir nas escolas, para CRIANÇAS e adolescentes, conteúdo sexual, com o intuito de se combater a homofobia. Todo cristão sabe que sexo não é assunto para crianças. A perda da inocência infantil é um dano irreparável para elas. Além disso, a perversão sexual (não importa se o conteúdo é hétero ou homossexual) abre as portas não só para a pedofilia, mas para todo tipo de depravação. A escola, quando estimula indevidamente a sexualidade das crianças (que deveriam estar preocupadas apenas em brincar e aprender), além de ir muito além de suas atribuições pedagógicas, afronta de forma ostensiva a visão cristã de sexualidade, de preservação para o matrimônio, etc. Fica evidente aqui que a “conscientização das crianças sobre a homofobia” é apenas um pretexto mentiroso para pervertê-las, e que causa repulsa à qualquer pessoa de bom-caráter e decente.

4) Promover o ensino de outras culturas, principalmente a cultura islâmica, como forma de desvirtuar a cultura cristã, confrontando-a com outros valores, que nada tem a ver com a formação cultural brasileira. O deputado Jean Wyllys propôs que se torne obrigatório nas escolas o ensino da cultura islâmica, cultura esta que é a mais intolerante aos gays no mundo. Aqui fica claro que o deputado não está muito preocupado com os gays. Parece que sua única preocupação é com o enfraquecimento do cristianismo no nosso país. Vale lembrar que os grupos extremistas islâmicos, sob as leis da Sharia, estão a decapitar cristãos no Iraque e na Síria. Além disso, o deputado se posiciona à favor do grupo terrorista islâmico Hamas, contra Israel (a única democracia e país próspero do oriente médio). Não dá pra ser mais claro do que isso com relação à conduta anti-judaico-cristã dos deputados do PSOL (que compartilham das mesmas opiniões, desde o comando do partido até o último militante).

5) Promover a legalização das drogas. Quem aqui já presenciou a tristeza de ver algum familiar envolvido com drogas? Para pessoas com um mínimo de bom senso, as drogas não são bem vindas em nenhum contexto. A legalização das drogas é defendida pelos progressistas sob o pretexto de tirar da ilegalidade os usuários e derrubar o narcotráfico. Isto não deu certo em nenhum lugar do mundo. Na Holanda, depois de uma breve experiência, a legalização da maconha foi interrompida, pois além de não gerar nenhum benefício concreto, aumentou o número de usuários e partes da capital onde se encontravam os “points” de venda ficaram realmente sujas e fedidas. Além disso, o comércio ilegal de drogas continuou. Estamos tratando de um país bem pequeno e já bem desenvolvido e organizado. Agora Imagine isto no Brasil. A legalização das drogas por aqui tem dois objetivos principais: a desestabilização familiar e a legitimação política dos maiores fornecedores de drogas da América Latina, as FARC, um grupo revolucionário de extrema-esquerda que tenta sucessivamente, pela via da luta armada, chegar ao poder da Colômbia por golpe de Estado. Grupo este inclusive o qual a esquerda brasileira inteira se recusa a reconhecer como grupo terrorista (não é terrorismo quando é socialista não é mesmo?). Essa é a moral deles. Novamente, o deputado Jean Wyllys propôe que, após a legalização da maconha, os traficantes presos antes da legalização sejam libertados. Absurdo.

6) Promover a legalização indiscriminada do aborto. O aborto é o assassinato de uma criança no ventre da mãe. A ciência, que cada vez mais deixa clara a percepção de que a vida começa na sua concepção, está a nos dizer que abortar é um crime. É preciso ser muito ignorante para acreditar que o feto é apenas um “amontoado de células” que pode ser descartado, mesmo nos primeiros meses de gestação. O não reconhecimento do direito básico, que é o direito à vida, além de representar uma afronta imensa à religiosidade, representa aquilo que o homem tem de mais bárbaro, e que nos devolve ao primitivismo total. Por ser um ponto inegociável do cristianismo, o aborto é uma das armas principais dos anti-cristãos, pois induz as pessoas à cometerem um pecado gravíssimo, se desviando totalmente da fé cristã.

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ps: a imagem postada é do grupo Marcha das Vadias, um dos movimentos progressistas financiados por essa gente, que quebrou imagens de santos católicos e enfiou crucifixos no reto anal durante a visita do Papa na JMJ. Devemos nos lembrar que pela manhã, Dilma (a candidata do deputado Jean Wyllys) se encontrou com as líderes desse movimento, e a tarde foi beijar a mão do Papa. É de fato uma canalhice diabólica.

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3 Comentários

  1. Mas como é que um sujeito assim pode ser elegido!

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  2. Simples caso Iuri!
    Escolha uma nicho e diga lutar por ele

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  3. Bruno Alexandre · · Responder

    Perfeito. Parabéns pelo texto.

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